domingo, 25 de junho de 2017

Fittipaldi volta a vencer e assume a liderança do campeonato na World Series F-V8


No dia em que completa seus 21 anos de idade, Pietro Fittipaldi voltou a vencer na World Series F-V8, na etapa de Aragão, na Espanha.

Aconteceu na corrida 2. Na anterior, o piloto da Lotus até havia largado da pole position, de novo. Porém, acabou abandonando. Mas com o resultado de hoje, também largando da pole, o brasileiro assume a liderança do campeonato.

Só para constar, das 10 sessões classificatórias que tivemos até aqui, Pietro foi o mais rápido em 8 delas. É um fominha de pole mesmo. Além disso, agora tem 4 vitórias. Foi também quem mais venceu. E subiu ao pódio mais uma outra vez, em 2º.


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Um abraço!

Fórmula 1 2017 - GP do Azerbaijão - Corrida


Eis uma prova que pode ser chamada de Corrida Maluca! Tivemos o quarto vencedor, de uma terceira equipe nesta temporada: discreto nos treinos e largando em 10º, Daniel Ricciardo levou a Red Bull ao topo do pódio no GP do Azerbaijão!

Particularmente, senti isso como uma compensação pelo GP de Mônaco de 2016, onde ele perdeu uma vitória certa por erro da equipe, para Lewis Hamilton, sendo que desta vez, o troféu estava nas mãos do inglês, que o perdeu por culpa da Mercedes. Ambas as situações em circuitos de rua.


Em 2º lugar, ficou Valtteri Bottas. Grande resultado do finlandês, que chegou a andar entre os últimos, senão em último, por um toque que sofreu na primeira volta, quebrando sua asa dianteira e furando um pneu. E ele conquistou essa posição nos metros finais, quase em cima da linha de chegada, superando... Lance Stroll, da Williams!

Sim! Agora posso dizer que, sobre o canadense: nunca critiquei! Até brinquei às vezes, mas até já o defendi aqui. Foi só ele marcar seus primeiros pontos no GP do Canadá, em casa, que parece ter ganhado confiança. E salvo engano, aos 18 anos e 239 dias, tornou-se o piloto mais jovem a subir ao pódio. E/Ou o novato mais jovem ao fazê-lo.


E apenas completando o top 5, vieram Sebastian Vettel e Hamilton, nesta ordem. O que houve com eles? Bem, como eu disse, foi uma Corrida Maluca. Muitos carros se tocando e por isso, pequenos fragmentos sendo deixados pela pista, o que causou um certo número de pneus furados. Safety car.

Em determinado momento, foi pedido que Hamilton, que liderava, diminuísse seu ritmo para dar espaço ao safety car, o que ele atendeu praticamente fazendo um "brake test", num local nada propócio, apertado e sem área de escape, na saída de uma curva. Primeiro erro. Isso resultou no alemão da Ferrari enchendo a traseira da Flecha Prateada e quebrando sua asa dianteira. Vettel, esquentadinho além da conta como é, surtou, botando seu carro de lado e literalmente jogando-o para cima do inglês. "Ain, mas ele tava de cabeça quente e..." É. Compreensível. Pode acontecer com ele, comigo e com você que está lendo. Mas ainda assim, está errado. E as reações do piloto da Scuderia costumam ser acima da média entre o estresse que os pilotos demonstram.


Enquanto todos andavam acompanhando o safety car, Fernando Alonso sugeriu via rádio, que dessem bandeira vermelha, de tão suja que a pista estava. Os comissários escutaram, e atenderam ao desejo do espanhol.

Quando a corrida voltou ao normal... Lembra que eu disse que a Mercedes errou, como foi com a Red Bull em Mônaco no ano passado? Aquela proteção que fica ao redor do piloto, começou a se soltar do carro de Hamilton e, obviamente, ele teve que ir aos boxes por isso. Segundos depois, Vettel recebeu a punição por comportamento antidesportivo, e engraçado que ainda perguntou o porquê disso.

Vettel conseguiu voltar um pouco à frente, mas teve Hamilton em seu encalço até o fim. Uma bela disputa, diga-se de passagem.

Aí vem os teóricos da conspiração "ai, estão ajudando o Hamilton". Não. Aparentemente nem queriam punir Vettel, para não interferir na luta pelo título. Como houve o imprevisto com o inglês, aproveitaram para deixar as coisas empatadas. E o incidente já estava sendo analisado.


Em 6º, ficou Esteban Ocon, que voltou a se estranhar com Sergio Pérez e dessa vez foi ainda pior, pois se tocaram, causando avarias em ambos os carros da Force India e quase causou o abandono do mexicano ali mesmo, embora isso fosse acontecer mais tarde, coincidentemente também por um problema na fixação do piloto ao cockpit. Porque essa quebra foi logo antes da bandeira vermelha, então o carro pôde ser consertado para voltar a prova.

Quem recebeu esse mesmo benefício foi Kimi Raikkonen, da Ferrari, apesar de que acabou abandonando também, quase ao final da corrida. Aliás, o Iceman precisou disso, pois foi ele que bateu com Bottas, como já mencionei. Ah, esses finlandeses não se dão bem, mesmo...

Devo tirar o chapéu para Kevin Magnussen, que por mim está tendo a sua provação final de que merece estar na Fórmula 1. O sueco chegou em 7º como a Haas, mas chegou a dar esperanças de pódio.

Outra confusão entre pilotos da mesma equipe, foi com os rapazes da Toro Rosso. Carlos Sainz Jr. rodou na primeira volta para não atingir Daniil Kvyat. O russo depois teve que abandonar por problemas em seu carro, mas o espanhol acabou chegando em 8º.


Finalmente, Alonso marcou os primeiros pontinhos para a McLaren-Honda nesta temporada, ao chegar em 9º. Lembrando que isso depois de ter largado lá da... bem, lá daquele lugar.

E fechando a zona de pontuação, mais uma vez, Pacsal Wehrlein deu alegrias para a Sauber, embora esta preferisse que fosse Marcus Ericsson, que terminou em 11º, no lugar do alemão. Ah, e eles se estranharam na pista...


Os últimos colocados dos que sobraram na pista, foi o outro carro de Woking, de Stoffel vandoorne, em 12º, e Romain Grosjean, em 13º pela Haas.

Agora, refutando mais uma coisa: "Era para o Felipe Massa ter vencido essa corrida!"

Olha, poder, poderia. Da mesma forma que poderia ter batido ou ter sido superado. Enfim, qunado tivemos a bandeira vermelha, o brasileiro era o 3º colocado, bem atrás de Vettel e Hamilton, que sabemos que fim tiveram. Logo que foi dada a relargada, sua Williams teve uma quebra numa suspensão ou num amortecedor na traseira, o que causou seu abandono. Atrás dele vinham Ricciardo e Stroll, que foram os primeiros a ultrapassá-lo, da mesma forma que antes ele havia feito belas ultrapassagens na enorme reta principal. Havia, sim, a chance de vitória. Mas honestamente? Acho que seria o 2º, no máximo, pois Ricciardo parecia mais forte, tinha Stroll andando num bom ritmo e Bottas que vinha perseguindo-os, tirando grandes diferenças por volta. O que claro, não deixaria de ser um grande resultado. Gostaria de vê-lo voltando a vencer, ou pelo menos as duas Williams completando o pódio. Mas nem sempre as coisas são como queremos. O próprio Massa disse que achava que daria conta, mas por não poder faz~e-lo, achei muito legal que ele foi dar aquele apoio moral para seu jovem companheiro pelo rádio.

Outros abandonos, vejamos... as duas Renault. Com Jolyon Palmer foi tão no começo, que eu nem vi o que houve. Nico Hulkenberg cometeu um erro bobo, dando com a roda dianteira direita praticamente numa esquina, quebrando a suspensão e logo saindo sozinho por uma área de escape. E Max Verstappen também teve algum problema em sua Red Bull.





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Um abraço!

MotoGP, Moto2 e Moto3 2017 - GP da Holanda


Que espetáculos tivemos hoje na passagem dessas três categorias pelos Países Baixos, ou pela Holanda, enfim, em Assen.

Depois de mais de ano sem vencer, Valentino Rossi voltou a subir ao topo do pódio na MotoGP, numa corrida que foi de tudo, menos tranquila, com praticamente todos do top 5 com chance de vitória.

A pole position foi de Johann Zarco, mostrando porquê a Tech3 Yamaha quis renovar o seu contrato. E o francês liderou boas voltas, até o Doutor aparecer. Porém este não teve sossego contra Danilo Petrucci, com uma Ducati satélite. Seu conterrâneo chegou a tomar a ponta e ter chances reais de alcançar sua primeira vitória até o fim, chegando em 2º por meros 0,063 segundo.

Completando o pódio, mais de 5 segundos atrás, veio Marc Márquez com sua Honda, segurando Cal Crutchlow da equipe cliente LCR e Andrea Dovizioso, da Ducati, que poderia ter emplacado sua terceira vitória consecutiva e ainda saiu de lá líder do campeonato.

E o Zarco? Com a chuva ameaçando dar as caras e pneus ruins, ele foi aos boxes trocar de moto assim que autorizado a fazê-lo. Ah sim, e Maverick Viñales, da Yamaha, que também é importante ressaltar, caiu.


A disputa pela vitória foi ainda mais acirrada na Moto2, que terminou com o triunfo do pole position Franco Morbidelli, recuperando a primeira posição bem no final da prova. O que confirma seu mérito em subir para a Marc VDS da MotoGP.

Se na divisão principal, mas voltas finais a disputa era somente entre dois, aqui, penso que não seja exagero dizer que os cinco ou seis primeiros podiam se sair vitoriosos.

Em 2º lugar ficou o rival do ítalo-brasileiro, Thomas Lüthi e, completando o pódio... seria Mattia Pasini, mas por movimento ilegal sobre Takaaki Nakagami, o japonês herdou o lugar, deixando o italiano em 4º. E se não me falha a memória, pois foram muitas, muitas trocas de posições, todos esses que eu mencionei, chegaram a liderar a prova.

E na Moto3, Arón Canet superou Romano Fenati nos metros finais da última volta, faturando uma incrível vitória.


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Um abraço!